Mundo
Espanha regista mais de mil mortes em excesso devido à onda de calor em junho
As 1.028 mortes em excesso são mais do dobro das 407 atribuídas ao calor em junho do ano passado.
Espanha registou pelo menos 1.028 mortes em excesso no mês passado atribuídas ao calor, de acordo com dados do Instituto de Saúde Carlos III divulgados esta quarta-feira. O número é registado numa altura em que o país atravessa uma onda de calor, tornando este o segundo junho mais quente desde que há registo.
O sistema de monitorização diária da mortalidade do Ministério da Saúde de Espanha revelou que este mês de junho registou o maior número de mortes atribuídas ao calor desde o mesmo mês de 2015.
O primeiro trimestre de 2026 foi "o mais quente de sempre" em Espanha, com uma temperatura média 1,6 graus acima do normal, segundo a agência meteorológica nacional (Aemet).
Espanha está habituada a temperaturas extremas, mas tem vindo a enfrentar, nos últimos anos, um aumento e uma intensificação das ondas de calor. "Os sete primeiros semestres mais quentes da série (que começa em 1961) ocorreram nos últimos dez anos", explicou a Aemet.O porta-vos da Aemet, Ruben del Campo, afirmou que os dados são uma prova de que as ondas de calor no início do verão surgem com uma frequência cada vez maior.
O mês de junho deste ano, marcado por uma forte onda de calor que afetou muitos países da Europa, foi "o segundo mês de junho mais quente da série estatística" a seguir ao de 2025, "com uma temperatura média 3,2 graus acima do normal", acrescentou.
No pico desta onda de calor, a 23 de junho, 35,7 milhões de pessoas em Espanha - cerca de 73 por cento da população do país - estiveram expostas a riscos para a saúde devido ao calor. Destas, 38 por cento enfrentaram um risco elevado.
A primeira onda de calor deste verão foi particularmente preocupante no norte do país, "não só devido à sua intensidade, mas também devido à sua duração e persistência", acrescentou a Aemet.
Esta quarta-feira, sete regiões autónomas de Espanha estão sob alerta de temperaturas elevadas, com Andaluzia e Extremadura no nível laranja (risco significativo) devido a temperaturas que podem atingir entre 40 e 41 graus, além de outras cinco regiões no nível amarelo.
c/ agências
O sistema de monitorização diária da mortalidade do Ministério da Saúde de Espanha revelou que este mês de junho registou o maior número de mortes atribuídas ao calor desde o mesmo mês de 2015.
O primeiro trimestre de 2026 foi "o mais quente de sempre" em Espanha, com uma temperatura média 1,6 graus acima do normal, segundo a agência meteorológica nacional (Aemet).
Espanha está habituada a temperaturas extremas, mas tem vindo a enfrentar, nos últimos anos, um aumento e uma intensificação das ondas de calor. "Os sete primeiros semestres mais quentes da série (que começa em 1961) ocorreram nos últimos dez anos", explicou a Aemet.O porta-vos da Aemet, Ruben del Campo, afirmou que os dados são uma prova de que as ondas de calor no início do verão surgem com uma frequência cada vez maior.
O mês de junho deste ano, marcado por uma forte onda de calor que afetou muitos países da Europa, foi "o segundo mês de junho mais quente da série estatística" a seguir ao de 2025, "com uma temperatura média 3,2 graus acima do normal", acrescentou.
No pico desta onda de calor, a 23 de junho, 35,7 milhões de pessoas em Espanha - cerca de 73 por cento da população do país - estiveram expostas a riscos para a saúde devido ao calor. Destas, 38 por cento enfrentaram um risco elevado.
A primeira onda de calor deste verão foi particularmente preocupante no norte do país, "não só devido à sua intensidade, mas também devido à sua duração e persistência", acrescentou a Aemet.
Esta quarta-feira, sete regiões autónomas de Espanha estão sob alerta de temperaturas elevadas, com Andaluzia e Extremadura no nível laranja (risco significativo) devido a temperaturas que podem atingir entre 40 e 41 graus, além de outras cinco regiões no nível amarelo.
c/ agências